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06-Mar-2020 10:59 - Atualizado em 06/03/2020 11:30
Negociação

PPR 2020: união dos trabalhadores será essencial para garantir avanços

Diante dos ataques aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, em 2020, mais do que nunca será necessária união dos metalúrgicos para garantir aumento e até mesmo continuidade do pagamento do PPR

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Metalúrgicos definiram 16 critérios para as negociações de 2020Foguinho/Imprensa SMetal
Os critérios para as negociações do Programa de Participação nos Resultados (PPR) de 2020 foram aprovados, por unanimidade, em assembleia geral realizada no sábado, dia 29, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba (SMetal). Confira a íntegra.

Diante dos ataques aos direitos dos trabalhadores, em 2020, mais do que nunca será necessária a união dos metalúrgicos para garantir o aumento e até mesmo a continuidade do pagamento do PPR. Isso porque o governo tenta, através da Medida Provisória 905 (Programa Verde e Amarelo), tirar o sindicato da negociação.

No entanto, Constituição Federal estabelece em seu Artigo 8º, VI, que é obrigatória a participação dos Sindicatos nas negociações coletivas de trabalho, garantindo força para os metalúrgicos conquistarem o direito ao PPR, assim como aumento dos valores e melhorias nas metas.

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Izídio de Brito, secretário de organização do SMetalFoguinho/Imprensa SMetal

Para Leandro Soares, presidente do SMetal, é preciso união para garantir a vitória dos trabalhadores. “Assim como a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, o Programa Verde e Amarelo é uma falácia que não vai gerar mais emprego e tem jogado o trabalhador na informalidade. Tentam enfraquecer o sindicato porque, assim, enfraquecem os trabalhadores e quem sai ganhando nessa história é o patrão. A luta dos trabalhadores junto com o sindicato garante avanços, como tivemos nos últimos anos no PPR”, ressalta.

Izidio de Brito, secretário de organização, lembra da força e da importância de quem está no mercado de trabalho. “São os trabalhadores e as trabalhadoras que constroem a riqueza desse país com o suor do seu trabalho. E, sendo assim, nada mais justo que recebam a parte que lhes cabe do imenso lucro que ajudam a gerar para os patrões. Nós vamos fazer essa discussão com as empresas de cabeça erguida, mostrando para eles que temos força. Não iremos nos intimidar por quem quer tirar nossos benefícios”, enfatiza.

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